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QUANTAS SÃO AS VEZES

Quantas são as vezes (1).jpg

QUANTAS SÃO AS VEZES

 

Quantas as vezes me sinto adormecido,
Tanto e que nem comparado com sono,
Aquela breve sensação de anestesiado,
Inerte, naquela nostalgia e a seu dono.

 

Quantas as vezes, sentindo-me por cá
E estando tão longe, noutro universo,
Numa raiva desmedida, que nem dá
Pra perceber se sou verso no inverso.

 

Tantas são as vezes, pelo que não sei
Se ando por estas bandas, louco lugar,
Por quais caminhos a que me agarrei...

 

Menos são as vezes e menos sabendo,
O que anda por cá e por meu acordar,
Nesta mente, que vive adormecendo.

 

( Manuel Nunes Francisco ©® )
( Imagem da net )
Todos os Direitos de Autor reservados e protegidos nos termos da Lei 50/2004, de 24 de Agosto - Código do Autor. O autor autoriza a partilha deste texto e/ou excertos do mesmo, assim como a imagem inédita, se existente, desde que mantidos nos seus formatos originais e obrigatoriamente mencionada a autoria da obra intelectual.

 

 

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