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ESTE POVO À BEIRA-MAR

Este povo à beira-mar.jpg

ESTE POVO À BEIRA-MAR

 

Meu povo, que te renegas ao nome,
Em quanto teu orgulho por lusitano,
Na incerteza, que tanto te consome
E por quais que te chupam o tutano.

 

Povo e mendigando, em triste fado,
Sustentando corruptos, dia após dia,
Amarrados, como bois, ao seu arado
E lubridiados por quantos tais confia.

 

Feitos escravos e na maior cegueira,
Por espertos, traficantes de mentira,
Colhendo ventos da sua sementeira...

 

Talvez que semente de boa colheita,
Mas que por malvadas terras se atira
E que nada sendo, que obra desfeita.

 

( Manuel Nunes Francisco ©® )
( Imagem da net )
Todos os Direitos de Autor reservados e protegidos nos termos da Lei 50/2004, de 24 de Agosto - Código do Autor. O autor autoriza a partilha deste texto e/ou excertos do mesmo, assim como a imagem inédita, se existente, desde que mantidos nos seus formatos originais e obrigatoriamente mencionada a autoria da obra intelectual.

 

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